Dia Internacional da Luz… e da bateria carregada 🔋✨

Dia Internacional da Luz… e da bateria carregada 🔋✨

Há dois tipos de pessoas neste mundo:

as que carregam os seus toys depois de usar,

e as que descobrem aos 47 segundos de diversão que o vibrador morreu. Morrrrrreu. E com ele, morre também o nosso orgasmo. P*ta que o pariu 😒


Se te sentiste atacada, este post é para ti. 💀


Hoje é Dia Internacional da Luz, um dia em que devemos reflectir e celebrar este recurso maravilhoso que temos, e o papel que o mesmo desempenha no nosso dia-a-dia. Mas não menos importante é:

a luzinha do carregamento. Porque não há maior tragédia sexual moderna do que ouvir o toy a perder força tipo “bzzzzz… z…”. {Escuta-se em voz off Artur Albarran: A TRAGÉDIA, O DRAMA, O HORROR!}


Eu, mãe de duas crias, não posso dar-me ao luxo de ter os meus brinquedos com menos bateria do que eu, é uma questão de contra-peso, eu posso estar acabada, o resto não! E tendo em conta que eu funciono maioritariamente a café, stress e dissociação, isto devia servir de aviso para toda a gente.


Porque uma mulher adulta até aguenta muita coisa: uma birra no supermercado; um grupo de WhatsApp da escola; dobrar roupa pela 17ª vez; ouvir “mããããeeee” em surround 5.1 e decibéis a níveis que fazem os cães da rua uivar em loops infernais….


Agora… um vibrador a morrer a meio do serviço?

Isso não é uma falha técnica. É uma traição emocional!


E pior ainda é aquela falsa esperança que nos assola a mente, todas as vezes que isto acontece:

ele ainda vibra… fraquinho… como um Motorola de 2004 prestes a entregar a alma ao criador. Tu acreditas. Tu tentas. Tu negas a realidade. Mas no fundo já sabes:

acabou. Foi-se. Tini tini, engine Kaput.


E é neste preciso momento que passamos pelas 5 fases do luto:


✨negação: “isto ainda aguenta”;

✨raiva: “QUEM FOI QUE NÃO O PÔS A CARREGAR?” ou o clássico de culpar o marido: “SE ME AJUDASSES MAIS EM CASA EU NÃO ME ESQUECIA DO BÁSICO!”

✨negociação: “se ligares outra vez prometo cuidar melhor de ti, limpo-te direitinho com o toy cleaner, dou-te um beijinho e ponho a carregar, meu amor”;

✨depressão: olhar vazio para o tecto, porque não só perdemos aquele soldado, a nossa dignidade mas também o orgasmo;

✨aceitação: ir buscar a porcaria do cabo USB. (Abrimos alas a outro drama: um mar de fios enroscados algures numa gaveta).


Por isso ficam aqui dicas IMPORTANTÍSSIMAS para a sobrevivência sexual adulta:


- carreguem os toys depois de usar, foda-se!;

- não ignorem luzes vermelhas, ou ignorem, aqui já é too late to apologize;

- tenham sempre um toy suplente, tipo um Éder, ninguém se lembrava dele, mas entrou e resolveu;

- e nunca, repito: NUNCA confiem num “acho que ainda tem bateria”.


Porque o orgasmo feminino já exige:

tempo,

logística,

silêncio,

coordenação astral,

chakras alinhados,

e às vezes até um sacrifício ritual.


E aqui vai a ✨dica de ouro✨ para as pessoas modernas, organizadas e tecnologicamente evoluídas: brinquedos controlados por app. Sim, aqueles tipo os da Satisfyer, que abres a aplicação e ela mostra logo o estado da bateria. Juro, nesta casa já há demasiado caos para eu também ter de viver na incerteza energética de um vibrador.😌💅

🔗 https://infernum.store/products/satisfyer-vibrador-hot-amante

(agradeces-me depois)😏😌


Não precisamos que a bateria complique ainda mais. 🔋✨

TauTau e XoXo, da vossa Maze 💋

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